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Baixa umidade relativa do ar potencializa doenças respiratórias

Outras Especialidades 23/09/2019


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Tempo seco, baixas temperaturas ou grandes oscilações, uma combinação infalível para que as doenças respiratórias tenham mais força. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), índices de umidade relativa do ar inferiores a 30% caracterizam nível de atenção; de 20% a 12%, alerta e abaixo de 12%, nível de emergência.

As infecções respiratórias são mais frequentes nessa época porque costumamos estar em ambientes fechados, as mais comuns são: gripes, pneumonias e resfriados. O excesso de poeira no ar e a poluição geram irritação, que vai desde o nariz até os pulmões e isso ocasiona a inflamação das vias aéreas, causando ainda mais desconforto para quem já convive com rinite, bronquite, asma, faringite, doença pulmonar obstrutiva crônica, dentre outras complicações. “Além das doenças já conhecidas, existem sintomas comuns nessas situações climáticas. Alguns deles são: sangramento nasal, pele seca, lábios rachados, mal-estar, olhos vermelhos, tontura e boca seca”, alerta Dra. Rosana de Moraes Valladares, médica pneumologista e especialista do sono da Ápice Medicina Integrada de Sorocaba (SP).

No entanto, existem medidas que podem ajudar a atenuar e prevenir esses quadros. “Para amenizar os efeitos do tempo seco, é recomendado que se faça a ingestão de bastante líquido, evite a exposição ao sol e pratique exercícios físicos no período entre as 11h e 15h, além de aplicar hidrante para pele, protetor solar, lavar as narinas com soro fisiológico, colocar bacias de água e umidificadores no ambiente, o que ajuda a não deixar o ar tão seco no local. Mas, isso sempre lembrando que o umidificador deve ser ligado, no máximo, uma hora por dia e próximo da hora de dormir, mantendo sempre o aparelho higienizado”, orienta a pneumologista.

Com o fim do inverno, esses complicadores devem mudar. Com a mudança de estação, o a umidade relativa do ar deve ficar mais alta, amenizando esses efeitos. No entanto, a especialista da Ápice Medicina Integrada alerta para a necessidade de cuidados mais intensos com crianças e idosos, pois são grupos mais sensíveis a essas condições.

Dra. Rosana explica que, com a queda da umidade relativa do ar, existe uma piora substancial na qualidade atmosférica. “Sempre que possível, devemos buscar meios alternativos de locomoção. É um hábito saudável e que diminui a emissão de poluentes, sendo bom para todos. Os poluentes presentes no ar são muito prejudiciais para nossa saúde, por isto é aconselhável evitar transportes motorizados”, enfatiza a médica.