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COVID-19: cuidados preventivos com pessoas com deficiência

Outras Especialidades 16/04/2020


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O mundo está passando por um momento muito delicado, enfrentando uma pandemia causada pelo novo Coronavírus, o COVID-19. O vírus ainda não é totalmente compreendido pela medicina. Estudos estão sendo realizados, mas o que se sabe até o momento é que, apesar de poder afetar qualquer pessoa, seja qual for a idade ou estado de saúde, existem grupos de risco para a doença e um deles é o das pessoas com deficiência que apresentam certas condições complicadoras.

Ser uma pessoa com deficiência não significa, por si só, que apresente maior vulnerabilidade à COVID-19. Entretanto, existem situações comuns em pessoas desse grupo que as colocam em situação de risco. Para muitas delas, o distanciamento social pode ser muito difícil, principalmente para quem requer auxílio para as atividades básicas, como se alimentar e tomar banho, por exemplo. “Dentro desse grupo, existem pessoas que enfrentam riscos maiores, sendo elas as que apresentam problemas respiratórios, dificuldades na comunicação e nos cuidados pessoais, condições autoimunes, idosos, portadores de Síndrome de Down, doenças associadas, como diabetes, hipertensão arterial, doenças do coração, pulmão e rim, doenças neurológicas e aquelas em tratamento de câncer”, explica Profa. Dra. Matilde Sposito, médica fisiatra especialista em bloqueios neuroquímicos da Ápice Medicina Integrada, de Sorocaba (SP).

Para redobrar os cuidados preventivos às contaminações com essas pessoas consideradas do grupo de risco, a especialista da Ápice Medicina Integrada elencou as principais orientações:

  • Evitar tocar os olhos, nariz e boca, sem ter higienizado as mãos;
  • Usar máscara cirúrgica, se estiver com coriza ou tosse;
  • Restrição ao contato social, exceto com cuidadores e profissionais da saúde, quando necessário;
  • Evitar aglomerações, atividades em grupo e viagens;
  • Atenção redobrada aos cuidados com a higiene pessoal, especialmente para pessoas com deficiência intelectual e motora com alto grau de dependência;
  • Higienização diária de cadeiras de rodas, bengalas, andadores e outros equipamentos de auxílio à locomoção, com água e sabão ou álcool líquido a 70%;
  • Para quem utiliza cadeiras de rodas e toca nos aros com frequência, o ideal é usar luvas descartáveis, além de higienizar as mãos, antes e após vestir as luvas;
  • Sair de casa apenas em casos emergenciais;
  • Higienização frequente das mãos com água e sabão, além do uso de álcool em gel 70%;
  • Ao tossir ou espirrar, cubra a boca e o nariz com um lenço de papel descartável e, em seguida, jogue-o no lixo. Caso não tenha o lenço por perto, proteja-se com o antebraço, e nunca com as mãos;
  • Mantenha uma alimentação equilibrada e saudável;
  • Pratique exercícios físicos diários adequados para cada condição.

Profa. Dra. Matilde ainda adverte para a importância de não criar pânico e evitar ir até prontos-socorros ou hospitais, sem necessidade urgente. “É um momento delicado que, certamente, não gostaríamos de passar. Mas, devemos manter a nossa rotina o mais próximo possível do habitual, mesmo em casa. E é extremamente importante tomar todos os cuidados possíveis para evitar o contagio com o COVID-19 e isto inclui procurar o pronto atendimento somente em casos de urgência e emergência. Os hospitais são os lugares mais propícios a se contaminar, não apenas com esse vírus, mas com outros também. Por isto, todo cuidado preventivo possível é indicado”, alerta Prof.ª Dra. Matilde.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (15) 3229-0202 ou pelo site: www.apice.med.br.