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Drenagem linfática: auxílio na recuperação pós-cirúrgica e no tratamento de doenças

Fisioterapia 24/03/2017


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A drenagem linfática é um tipo de massagem utilizado para estimular o funcionamento do sistema linfático, responsável por conduzir a linfa, líquido rico em proteínas, oxigênio e plasma sanguíneo, fundamentais ao bom funcionamento do organismo.

A técnica permite explorar uma série de benefícios para o corpo, como explica a fisioterapeuta Karen Rosado, da Ápice Medicina Integrada, de Sorocaba (SP). “A drenagem linfática ficou muito conhecida por colaborar na redução de inchaços causados por acúmulo de líquidos, o que melhora a aparência e diminui medidas. No entanto, apresenta diversos outros benefícios terapêuticos”, destaca.

Dentre as vantagens oferecidas pelo procedimento estão a ativação da circulação sanguínea, o combate à celulite e o relaxamento corporal. “Costumo dizer que o sistema linfático trabalha como uma terceira circulação (além da arterial e venosa), pois a linfa está ligada a todas as células do corpo”, diz Karen.

Outro importante benefício trazido é a aceleração da recuperação pós-cirurgia plástica, como conta Dra. Roberta Barros, cirurgiã plástica da Ápice Medicina Integrada. “A drenagem linfática, quando realizada por um profissional de fisioterapia qualificado, auxilia na recuperação do sistema linfático, que foi danificado nas regiões em que foram feitas as incisões cirúrgicas, além de aprimorar o acabamento final da plástica, melhorando ainda mais a estética”, aponta.

Desintoxicação e oxigenação dos tecidos, distribuição dos hormônios, redução da pressão sobre as varizes, melhora das dores, do cansaço e do peso nas pernas, causados pela má-circulação, também estão entre as prerrogativas da técnica. Ainda assim, a drenagem linfática, tal como qualquer outro procedimento que estimula determinadas regiões do corpo, merece atenção. “Em alguns casos, não é recomendada, pois pode contribuir para o agravamento de quadros, como: infecções agudas, insuficiência cardíaca, tromboses, alguns tipos de câncer e doenças respiratórias”, destaca Dra. Roberta. “Por isto, é fundamental que o procedimento seja conduzido por um fisioterapeuta capacitado, que vai indicar, ou não, sua aplicação”, conclui a cirurgiã plástica.